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sábado, 12 de março de 2011

Honestidade: uma questão de princípios

O taxista Eládio Orlando Amorim, de 34 anos, afirmou já ter perdido as contas das coisas que passageiros esqueceram em seu carro nos quase sete anos de profissão - e que faz o que estiver ao seu alcance para devolver os pertences ao dono. Por isso, nem pensou duas vezes antes de devolver uma pochete esquecida em seu carro na noite da Quarta-feira de Cinzas, no Recife, que continha dinheiro equivalente a um ano de seu trabalho. A pochete continha 15 mil francos suíços (cerca de R$ 28 mil), além de euros, reais e algumas joias, além de passaportes.

De acordo com o taxista, ao chegar em casa, à noite, fez uma ronda no carro e achou a pochete. Abriu e conseguiu reconhecer a passageira devido às fotos em documentos escritos em alemão. Pegou o táxi em um ponto em frente ao Aeroporto Internacional do Recife/ Guararapes - Gilberto Freyre. 

Era noite, chovia e ela estava com um irmão, cansada após a viagem de cerca de 12 horas, vindo da Suiça. Minutos após chegar na casa da família, no Jardim Jordão - um bairro pobre de Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana de Recife - ela notou a falta da pochete.

No dia seguinte, pela manhã, foi surpreendida com a visita de Eládio Orlando, que foi devolver o objeto perdido. Ela disse que não esperava e explicou que o dinheiro é fruto de mais de 20 anos trabalhando como cozinheira na Europa, que agora serviriam para ela ajudar a família e retomar sua vida no Brasil. 
"Foi Deus quem o colocou em meu caminho", disse Severina.
O taxista, no entanto, disse que esse não foi o objeto de maior valor deixado em seu carro. 
Uma vez, ele deixou um casal de estrangeiros em Olinda e, momentos após o desembarque, ouviu um barulho estranho no banco de trás. Ao se virar, viu que eles tinham deixado um bebê com aproximadamente cinco meses. "Quando voltei para dar a criança eles nem tinham se dado conta ainda", afirmou

sexta-feira, 4 de março de 2011

A força da mente mente

Certa vez me disseram que posso movimentar objetos com a força da mente.

Duvidei, achei graça, disse que nunca ia usar.

Mas hoje parece que esta minha habilidade funcionou...

Eu estava com o prato na balança, apanhei os talheres, recebi o cartão para pagamento da mão responsável pela pesagem, que, de traz de um tipo de biombo, me entregou o copo de suco. Quando fui retirar o prato da balança, ele voou pelos ares espatifando-se no chão, espalhando comida e barulho.

Não tive palavras... só vergonha.

O que de bom aconteceu foi que me recompus, apanhei OUTRO prato, coloquei OUTRA porção, voltei OUTRA vez ao caixa, me sentei almocei.

Ao sair pedi as devidas desculpas, às devidas pessoas, mas... sugeri que oferecessem bandejas como suporte para pessoas como eu, que, quando seguram muitas coisas nas mãos, algumas costumam deixar algumas cairem.