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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Idosos voluntários

Dulce Leia me enviou e repasso a vocês. É uma reflexão publicada no "O Cenáculo",  para o dia 16 de abril de 2011. Esta é a revista de meditações da igreja metodista, que circula há mais de 80 anos. A meditação foi contribuição de Robert Boertien, de Oregon, EUA.
Envelhecendo Graciosamente

Entrego refeições a pessoas idosas ou inválidas. As refeições são preparadas por voluntários. Muitas vezes fico admirado com o altruísmo e a determinação dessas pessoas. 

Muitas delas revelam os movimentos lentos e doloridos resultantes da idade e de ferimentos. Alguns dos voluntários provavelmente se qualificariam para receber essas refeições entregues em domicílio. 

Ninguém as criticaria se preferissem o conforto de suas próprias salas de estar às exigências do trabalho não remunerado, elas, no entanto,  optam "não por ser servidas, mas por servir".
Ao fazer isso, refletem a presença e o amor de Jesus Cristo. 

Lembro-me de que envelhecer não significa que precisamos abandonar nossos propósitos na vida. Com a graça de Deus, podemos continuar a servirmo-nos uns aos outros. Fazemos isso por meio da ação, da oração e declarando o poder e o amor de Deus por todas as gerações. 

Podemos viver com alegria e esperança, servindo aos outros, e na plena confiança de que Jesus preparou um lar perfeito e eterno para nós no céu. 

 


sábado, 9 de abril de 2011

Os 50 de Fukushima - heróis em uma tragédia

Nossa televisão cria heróis muito facilmente. O sentido da palavra se perdeu ao longo do tempo, talvez pelos encaminhamentos dos planos educacionais do país, ou quem sabe pela supervalorização da imagem.

É um paradoxo perceber que pessoas bem formadas e infomadas consideram pessoas que se trancam em uma casa com o objetivo de tentar ganhar um milhão de reais é considerado um grupo de heróis.

A tragédia do Japão traz o exemplo do que é realmente um Herói.

São 50 homens, cientistas e técnicos da Usina Nuclear de Fukushima, que sabem que correm risco de vida mas estão ali demonstrando o seu amor pela nação, seu povo que depende deles para evitar um desastre nuclear. Estão tentando solucionar o problema do resfriamento do reator que ficou danificado por causa do tsunami. Vão permanecer ali enquanto for necessário. A radiação no local está em níveis jamais imaginados pelos construtores da usina... Possivelmente sofrerão sequelas pelo fato de ficarem expostos a essa radiação.

Eles foram apelidados de “Os 50 de Fukushima”.    


Estão demonstrando realmente o que é dar a vida pelo próximo. Este, sim, é um exemplo de heroísmo!

sábado, 12 de março de 2011

Honestidade: uma questão de princípios

O taxista Eládio Orlando Amorim, de 34 anos, afirmou já ter perdido as contas das coisas que passageiros esqueceram em seu carro nos quase sete anos de profissão - e que faz o que estiver ao seu alcance para devolver os pertences ao dono. Por isso, nem pensou duas vezes antes de devolver uma pochete esquecida em seu carro na noite da Quarta-feira de Cinzas, no Recife, que continha dinheiro equivalente a um ano de seu trabalho. A pochete continha 15 mil francos suíços (cerca de R$ 28 mil), além de euros, reais e algumas joias, além de passaportes.

De acordo com o taxista, ao chegar em casa, à noite, fez uma ronda no carro e achou a pochete. Abriu e conseguiu reconhecer a passageira devido às fotos em documentos escritos em alemão. Pegou o táxi em um ponto em frente ao Aeroporto Internacional do Recife/ Guararapes - Gilberto Freyre. 

Era noite, chovia e ela estava com um irmão, cansada após a viagem de cerca de 12 horas, vindo da Suiça. Minutos após chegar na casa da família, no Jardim Jordão - um bairro pobre de Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana de Recife - ela notou a falta da pochete.

No dia seguinte, pela manhã, foi surpreendida com a visita de Eládio Orlando, que foi devolver o objeto perdido. Ela disse que não esperava e explicou que o dinheiro é fruto de mais de 20 anos trabalhando como cozinheira na Europa, que agora serviriam para ela ajudar a família e retomar sua vida no Brasil. 
"Foi Deus quem o colocou em meu caminho", disse Severina.
O taxista, no entanto, disse que esse não foi o objeto de maior valor deixado em seu carro. 
Uma vez, ele deixou um casal de estrangeiros em Olinda e, momentos após o desembarque, ouviu um barulho estranho no banco de trás. Ao se virar, viu que eles tinham deixado um bebê com aproximadamente cinco meses. "Quando voltei para dar a criança eles nem tinham se dado conta ainda", afirmou

sexta-feira, 4 de março de 2011

A força da mente mente

Certa vez me disseram que posso movimentar objetos com a força da mente.

Duvidei, achei graça, disse que nunca ia usar.

Mas hoje parece que esta minha habilidade funcionou...

Eu estava com o prato na balança, apanhei os talheres, recebi o cartão para pagamento da mão responsável pela pesagem, que, de traz de um tipo de biombo, me entregou o copo de suco. Quando fui retirar o prato da balança, ele voou pelos ares espatifando-se no chão, espalhando comida e barulho.

Não tive palavras... só vergonha.

O que de bom aconteceu foi que me recompus, apanhei OUTRO prato, coloquei OUTRA porção, voltei OUTRA vez ao caixa, me sentei almocei.

Ao sair pedi as devidas desculpas, às devidas pessoas, mas... sugeri que oferecessem bandejas como suporte para pessoas como eu, que, quando seguram muitas coisas nas mãos, algumas costumam deixar algumas cairem.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

2011 - Ano das Florestas

Tudo o que está ameaçado ganha seu "dia mundial".

A ONU declarou o ano de 2011 como o ano das florestas e é uma coisa boa.

Assim, dependendo de como se trabalhar, alguem vai ver com outros olhos a questão da sustentabilidade no planeta. Políticos e pessoas influentes podem abraçar esta causa e isto fazer diferença, mas, se cada pessoa fizer sua parte ninguem pode com uma população inteira.
A população acaba de depor um ditador no Egito e isso nos faz lembrar os caras-pintadas brasileiros.
E aqui no Brasil, as ações precisam ser mais eloquentes pois nosso país tem a maior área de florestas do mundo...

Você pode ler mais sobre este assunto.
http://www.metodista.org.br

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Uma questão de honestidade e exemplo

Eu fui ao supermercado e minha compra ultrapassava os 10 volumes suficientes para ir a um "caixa rápido". Escolhi, portanto um caixa em que a fila aparentemente andaria mais rápido. 
Tenho um sério problema de audição: escuto demais. Assim sendo, sempre terei bons exemplos para este blog, fruto de minhas escutas cotidianas pelos lugares em que passo, mas, muito especialmente as conversas "de ônibus". 
Voltando à fila do supermercado, ouvi um homem que estava na fila dos caixas rápidos falando alto com um senhor que se encontrava à minha frente:
"- Vem, pai, vem ficar nesta fila, aqui vai ser mais rápido!"
O homem continuava calmamente conversando com seu neto, uma criança aparentemente portadora de síndrome de Down, sentado no carrinho.
Veio então uma outra criança, provavelmente, filho daquele que estava na outra fila, e tirou alguma coisa do carrinho, passou para o outro, quem sabe para animar o avô a mudar de fila, já que, agora,  tinha menos coisas a passar pelo caixa. 
O homem nem se mexeu, continuou na fila; apenas inquiriu sobre o pagamento do que foi levado para ou outro carrinho.
Chegando a sua vez, desceu a criança, pagou sua compra e se foi.

E eu fiquei pensando...

Há momentos, em que as palavras são meros sons. 

Na educação o que vale é a atitude, o exemplo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Corrente do bem

É claro que estou copiando o título do filme!

Mas aqui quero compartilhar tudo de bom e de bem que vejo nas pessoas com as quais me relaciono. Também petendo relatar tudo de bom e de bem que presencio no meu dia-a-dia.

Se alguem tem algo de bom a compartilhar envie para meu endereço que publico.
nesses tempos de valorização do que é mau,  são necessárias ações que promovam o bem.

É uma luta de "Davi contra Golias"?
Talvez, não!

Acredito mais na base silenciosa de uma pirâmide, base boa, forte, que ainda sustenta esta civilização.
Vislumbrar um futuro firmado nos valores da mídia atual, é caos, na certa.