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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Uma questão de honestidade e exemplo

Eu fui ao supermercado e minha compra ultrapassava os 10 volumes suficientes para ir a um "caixa rápido". Escolhi, portanto um caixa em que a fila aparentemente andaria mais rápido. 
Tenho um sério problema de audição: escuto demais. Assim sendo, sempre terei bons exemplos para este blog, fruto de minhas escutas cotidianas pelos lugares em que passo, mas, muito especialmente as conversas "de ônibus". 
Voltando à fila do supermercado, ouvi um homem que estava na fila dos caixas rápidos falando alto com um senhor que se encontrava à minha frente:
"- Vem, pai, vem ficar nesta fila, aqui vai ser mais rápido!"
O homem continuava calmamente conversando com seu neto, uma criança aparentemente portadora de síndrome de Down, sentado no carrinho.
Veio então uma outra criança, provavelmente, filho daquele que estava na outra fila, e tirou alguma coisa do carrinho, passou para o outro, quem sabe para animar o avô a mudar de fila, já que, agora,  tinha menos coisas a passar pelo caixa. 
O homem nem se mexeu, continuou na fila; apenas inquiriu sobre o pagamento do que foi levado para ou outro carrinho.
Chegando a sua vez, desceu a criança, pagou sua compra e se foi.

E eu fiquei pensando...

Há momentos, em que as palavras são meros sons. 

Na educação o que vale é a atitude, o exemplo.

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